-Então em suma foi
muito lindo meu verão no campo. – Melha
melhor amiga Melanie Nunes Fronckowiak assinalou, empurrando e abrindo a pesada porta de
vidro peara
Woodrow Wilson High School. – Crianças
nostálgicas, ervas daninhas, e grandes aranhas nos chuveiros.
-Isso soa como se um orientador fosse horrível – eu simpatizei quando nós
entramos no
familiar corredor, o qual cheirava a limpeza e cera fresca no chão. –
Se isso ajudar, eu
ganhei as últimas cinco pratas da
camareira do jantar. Eu apenas continuei comendo minha torta toda vez que eu conseguia quebrar.
-Você parece bem.
– Mel mandou seu protesto. – Entretanto eu
não estou certa
sobre o seu
cabelo...
-Hey! – eu protestei, alisando meus irregulares cachos, os quais pareciam estar se
rebelando na
umidade do verão atrasado. – Fique você sabendo
que eu gastei uma hora com o cabeleireiro e esse “ungüento estranho” que me custaram uma
semana de
avisos... – eu arrastei, concluindo que Mel estava distraída, não
estava me ouvindo.
Eu segui seu olhar pelo corredor até o
armário.
-E falando em coisas legais – ela disse.
Jake Zinn, que
vivia na fazendo perto da minha, estava
lutando com sua nova
combinação do
armário. Esmagando o papel com a combinação em sua mão, ele
girou a fechadura e bateu no armário. Uma T-shirt branca obviamente nova feita
girou a fechadura e bateu no armário. Uma T-shirt branca obviamente nova feita
para seu bronzeado
de verão parecer especialmente profundo. As
mangas apertadas ao redor dos protuberantes bíceps.
-Jake está maravilhoso. – Mel sussurrou
quando nós nos aproximamos do meu
vizinho. – Ele
deve ter entrado na academia ou algo assim. E ele
não está com
reflexos?
-Ele arrastou fenos pesados todo verão no sol, Mel – eu sussurrei de volta. – Ele
não precisa de
academia – ou reflexos em seu cabelo. – Jake deu
uma olhada
quando nós
passamos , e sorriu quando ele me viu.
-Hey, Roberta.
-Hey – eu respondi. Então minha mente ficou em branco.
Mel replicou,
prevendo um silêncio desconfortável.
-Parece que eles deram a combinação errada para você – ela destacou, Jake assinalou com a cabeça ainda com a fechadura fechada. – Você já tentou quebra - lá?
Jake ignorou a
sugestão.
-Você não
trabalhou a última noite, huh, Roberta?
-Não, eu estava fazendo o jantar – eu disse. – Era apenas um trabalho de verão.
Jake olhou um
pouco desapontado.
-Oh. Bem, eu
pensei que eu teria que pegaria você depois da
escola.
-Yeah. Eu tenho certeza que nós temos algumas aulas juntos. – Eu disse, sentindo
minhas bochechas
queimarem. – Até logo. – Eu arrastei Mel ao
longo do
corredor.
-O que foi tudo aquilo? – ela exigiu quando nós estávamos fora do alcance
auditivo. Ela
olhou sobre o ombro para Jake.
Meu rosto começou
a esquentar.
-O que era o que?
-Jake olhando todo
triste porque se demitiu de fazer o jantar.
Você ficou vermelha escarlate...
-Não foi nada – eu avisei a ela. – Ele veio algumas vezes perto do termino do
meu turno e me deu
carona até em casa. Nós saímos um pouco...
E eu não estou
vermelha.
-Sério? – o sorriso de Mel era satisfeito. – Você e Jake, huh?
-Não foi um grande
encontro – eu insisti.
O brilho nos olhos
de Mel me disse que ela sabia que eu
não estava sendo
completamente
honesta.
-Esse vai ser um
ano muito interessante – ela proferiu.
-E falando em coisas interessantes... – eu comecei a dizer a minha melhor amiga
sobre o estranho
assustador na parada de ônibus. Mas no
momento que eu pensei
nele, os cabelos
atrás do meu pescoço se arrepiaram, quase
como quando eu
estava o olhando.
“Lua Blanco...”
A baixa e profunda
voz ecoando no meu cérebro, como se estivesse lembrando
um pesadelo. Eu
esfreguei minha nuca. Talvez eu dissesse a história para Mel depois. Ou talvez a coisa toda fosse apenas bobagem e eu
nunca pensasse naquele cara de novo. Era isso que provavelmente iria acontecer.
nunca pensasse naquele cara de novo. Era isso que provavelmente iria acontecer.
Já a sensação na
espinha, não foi embora.
Continua...

Nenhum comentário:
Postar um comentário