quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Prometida a um vampiro - Cap. 2


-Então em suma foi muito lindo meu verão no campo. – Melha melhor amiga Melanie Nunes Fronckowiak assinalou, empurrando e abrindo a pesada porta de
vidro peara Woodrow Wilson High School. – Crianças nostálgicas, ervas daninhas, e grandes aranhas nos chuveiros.

-Isso soa como se um orientador fosse horrível – eu simpatizei quando nós
entramos no familiar corredor, o qual cheirava a limpeza e cera fresca no chão. –
Se isso ajudar, eu ganhei as últimas cinco pratas da camareira do jantar. Eu apenas continuei comendo minha torta toda vez que eu conseguia quebrar.

-Você parece bem. – Mel mandou seu protesto. – Entretanto eu não estou certa
sobre o seu cabelo...

-Hey! – eu protestei, alisando meus irregulares cachos, os quais pareciam estar se
rebelando na umidade do verão atrasado. – Fique você sabendo que eu gastei uma hora com o cabeleireiro e esse “ungüento estranho” que me custaram uma
semana de avisos... – eu arrastei, concluindo que Mel estava distraída, não
estava me ouvindo. Eu segui seu olhar pelo corredor até o armário.

-E falando em coisas legais – ela disse.


Jake Zinn, que vivia na fazendo perto da minha, estava lutando com sua nova
combinação do armário. Esmagando o papel com a combinação em sua mão, ele
girou a fechadura e bateu no armário. Uma T-shirt branca obviamente nova feita
para seu bronzeado de verão parecer especialmente profundo. As mangas apertadas ao redor dos protuberantes bíceps.


-Jake está maravilhoso. – Mel sussurrou quando nós nos aproximamos do meu
vizinho. – Ele deve ter entrado na academia ou algo assim. E ele não está com
reflexos?

-Ele arrastou fenos pesados todo verão no sol, Mel – eu sussurrei de volta. – Ele
não precisa de academia – ou reflexos em seu cabelo. – Jake deu uma olhada
quando nós passamos , e sorriu quando ele me viu.

-Hey, Roberta.

-Hey – eu respondi. Então minha mente ficou em branco.


Mel replicou, prevendo um silêncio desconfortável.

-Parece que eles deram a combinação errada para você – ela destacou, Jake assinalou com a cabeça ainda com a fechadura fechada. – Você já tentou quebra - lá?

Jake ignorou a sugestão.


-Você não trabalhou a última noite, huh, Roberta?

-Não, eu estava fazendo o jantar – eu disse. – Era apenas um trabalho de verão.


Jake olhou um pouco desapontado.


-Oh. Bem, eu pensei que eu teria que pegaria você depois da escola.

-Yeah. Eu tenho certeza que nós temos algumas aulas juntos. – Eu disse, sentindo
minhas bochechas queimarem. – Até logo. – Eu arrastei Mel ao longo do
corredor.

-O que foi tudo aquilo? – ela exigiu quando nós estávamos fora do alcance
auditivo. Ela olhou sobre o ombro para Jake.


Meu rosto começou a esquentar.


-O que era o que?

-Jake olhando todo triste porque se demitiu de fazer o jantar. Você ficou vermelha escarlate...

-Não foi nada – eu avisei a ela. – Ele veio algumas vezes perto do termino do
meu turno e me deu carona até em casa. Nós saímos um pouco... E eu não estou
vermelha.

-Sério? – o sorriso de Mel era satisfeito. – Você e Jake, huh?

-Não foi um grande encontro – eu insisti.


O brilho nos olhos de Mel me disse que ela sabia que eu não estava sendo
completamente honesta.

-Esse vai ser um ano muito interessante – ela proferiu.

-E falando em coisas interessantes... – eu comecei a dizer a minha melhor amiga
sobre o estranho assustador na parada de ônibus. Mas no momento que eu pensei
nele, os cabelos atrás do meu pescoço se arrepiaram, quase como quando eu
estava o olhando.


“Lua Blanco...”


A baixa e profunda voz ecoando no meu cérebro, como se estivesse lembrando um pesadelo. Eu esfreguei minha nuca. Talvez eu dissesse a história para Mel depois. Ou talvez a coisa toda fosse apenas bobagem e eu 
nunca pensasse naquele cara de
novo. Era isso que provavelmente iria acontecer.
Já a sensação na espinha, não foi embora.



Continua...

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