domingo, 20 de dezembro de 2015
Prometida a um vampiro - Cap. 7
-Me deixe terminar, por favor – resmungou Arthur.
-Tranquilo – o repreendeu papai, suavemente. – Nesta pequena democracia todos temos a oportunidade de falar.
Devido ao olhar de desdém com a que Arthur olhou meu pai, eu podia dizer que ele não se importava muito com a democracia. O delirante aspirante a Drácula, continuou.
-A cerimônia de noivado selou nosso destino, Lua Maria. Casaremos-nos logo depois que tenha maior idade. Com a união de nossas linhagens, se consolidará a força de nossos clãs e terá fim os anos de rivalidade e guerra. – Seus olhos negros brilharam, seu olhar observava o nada. – Quando ascendermos ao poder será um momento glorioso em nossa história. Cinco milhões de vampiros, sua família e a minha, unidas, todos sob nosso reinado. – Meu suposto prometido voltou a realidade, me olhou e respirou profundamente. – É claro que eu farei todo o “trabalho pesado”, governando sabiamente.
-Vocês estão todos loucos – declarei, olhando de um para o outro. – Isso é uma loucura.
Se aproximando de mim, Arthur se agachou para que ficássemos cara a cara. Pela primeira vez, vi curiosidade, não desprezo ou brincadeira ou puro e bruto poder, em seus olhos escuros.
-Realmente seria tão repugnante, Lua Maria? Estar comigo?
Eu não tinha certeza do que ele queria dizer, mas pense que ele estava falando de... Nós dois juntos, não em algo político, mas sim de uma maneira romântica.
Eu não disse nada. Arthur Vladescu realmente achava que eu me apaixonaria por ele, somente porque ele tinha um rosto lindo? Um corpo de matar? Eu não tinha nada a ver que ele tivesse que usar a mais sexy e picante colônia que eu já tinha cheirado...
-Mostre a ela o manuscrito – interrompeu papai, rompendo o momento.
-Sim, este é o momento – mamãe esteve de acordo.
Quase tinha esquecido o papel mofado, mas meu pai se sentou e o desenrolou cuidadosamente sobre a mesa da cozinha. O frágil papel crepitava enquanto ele alisava cuidadosamente com os dedos. As palavras “romano”, presumivelmente, eram ininteligíveis para mim, mas parecia que era algum tipo de documento legal, com muitas assinaturas na parte inferior. Afastei os olhos, me negando a olhar mais de perto esse monte de besteiras.
-Eu traduzo – Arthur se ofereceu, se colocando de pé. – A menos que, é claro, Lua Maria tenha estudado romano?
-Será o próximo da minha lista de tarefas – disse, apertando os dentes. Poliglota idiota.
-Seria sensato se você começasse a aprender, minha futura esposa – respondeu Arthur, dando a volta ao redor de mim e se apoiando sobre meus ombros para ler.
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Bom Gente antes de postar, quero dar alguns avisos. *Eu li a história e adaptei para o casal LuAr. *Todos os créditos a autor...

Faz uma maratona bjss
ResponderExcluirNossa como a lua ainda não bateu em ninguém?? Quero mais
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