segunda-feira, 25 de abril de 2016

Amante da fantasia - Cap. 74


Arfante, Lua apoiou a cabeça no peitoral forte e observou-o retirar as mãos dos seios e deslizá-las por seu corpo, chegando aos quadris, antes de inseri-las sob o elástico da calcinha.


- Você tem um corpo lindo, Lua. - disse, afagando-a.


Pela primeira vez na vida, ela acreditou naquilo.


- Arthur. - ela pediu de novo, sabendo que, se não o interrompesse naquele momento, não conseguiria mais detê-lo.


- Calma... - ele sussurrou, tocando com dedos gentis o centro de seu prazer. Lua gemeu conforme uma onda de calor a percorria.


Então, Arthur capturou seus lábios e beijou-a profundamente. Por instinto, ela se virou entre os braços dele para saboreá-lo melhor. Pegando-a no colo, sem abandonar seus lábios, carregou-a para a cama.


De alguma forma, ele até conseguiu deitá-la no colchão sem interromper o beijo.O homem era realmente talentoso.


Seu corpo estava quente. Incendiado pelo toque de Arthur, pelo pecaminoso aroma erótico, pela sensação de tê-lo junto a si. Ela tremia por inteiro ao senti-lo deitar-se sobre seu corpo.


Sentir o peso de Arthur era maravilhoso. O corpo viril a pressionava, e ela arqueou os quadris.


- Sim, Lua. - ele sussurrou de encontro aos seus lábios. - Sinta meu toque. Sinta meu desejo por você, e só por você. Não lute contra isso.


Gemeu de novo quando ele abandonou seus lábios e desenhou uma trilha de beijos quentes por seu pescoço e seus seios. Delirante de prazer, ela enterrou as mãos nos cabelos negros.


Arthur tremia por inteiro devido ao enorme esforço que fazia para se manter vestido. Queria fundir-se àquele corpo feminino com tamanha intensidade que a sensação lentamente destruía sua sanidade.


Com cada investida dos quadris de encontro aos dela, tinha ímpetos de gritar de agonia. Era a tortura mais doce que já experimentara.


Estremeceu ao senti-la acariciar suas costas e deslizar as mãos até seus bolsos traseiros, apertando-os.


- Sim... Oh, sim. - ela murmurou.


Arthur sentia-se zonzo com aquelas sensações. Precisava estar dentro dela. E, se não podia fazer isso de uma forma, então, por todos os templos de Atenas, faria de outra!


Afastando-se, ele se abaixou, deslizando os lábios pelo ventre macio enquanto terminava de despi-la. O corpo de Lua tremia, subjugado pelo vigor masculino.


- Por favor. - ela murmurou incapaz de aguentar aquilo por mais tempo.


Entreabrindo-lhe as pernas, ele colocou as mãos sob o quadril dela e o ergueu. Lua arregalou os olhos ao sentir o toque da boca de Arthur.


Enterrando as mãos nos cabelos macios, ela inclinou a cabeça para trás e emitiu um ruído de prazer, enquanto ele a acariciava intimamente com os lábios.


Nunca sentira algo parecido. Ele a provocava e a atormentava, deixando-a sem fôlego. Fraca.


Arthur fechou os olhos, rosnando baixinho ao saboreá-la pela primeira vez. Deliciou-se com a experiência, deleitando-se com os murmúrios de prazer que ecoavam em seus ouvidos.


Sentia o corpo feminino corresponder intensamente a cada afago cuidadoso e sensual.


Desejava mostrar a Lua exatamente o que ela estivera perdendo. Quando ela saísse do quarto aquela noite, nunca mais se encolheria com seu toque.


Escutou-a gemer outra vez quando, com as mãos, intensificou as sensações.



Continua...

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